O Poeta e os Lunáticos


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Descrição Geral

O Poeta e os Lunáticos

Com a palavra, Dale Ahlquist, Presidente da American Chesterton Society e um dos maiores estudiosos de Chesterton que há no mundo: “N’O Poeta e os Lunáticos, um poeta excêntrico é algo como um detetive espiritual em oito contos misteriosos e imaginosos.

Gabriel Gale lança mão de seu extraordinário dom da simpatia a fim de resolver e impedir crimes levados a cabo por loucos. O seu trabalho policial filosófico forma a base para investigações cativantes sobre a poesia, sobre a insanidade, sobre o pecado — tudo narrado por meio dos característicos paradoxos e arrebatamentos retóricos do autor.”
Gabriel Gale, o pintor que calha de ser também poeta, é a encarnação mesma do poeta chestertoniano que só quer colocar a cabeça nos céus. Gale é o capítulo um de “Ortodoxia” que tomou vida de personagem e saiu a meter a fuça perquiridora em crimes cometidos ou intencionados por lógicos com as cabeças rachadas. Em cada um dos oito contos, o excêntrico poeta haverá de enfrentar as consequências sanguinolentas de uma loucura tipicamente moderna. Valendo-se de sua simpatia para com os loucos (de seu pezinho na loucura) e de suas deduções teológicas ao melhor estilo Padre Brown, Gale vai dissecando, em meio a situações absurdas e risos garantidos, a natureza da loucura. Vai demonstrando que, afinal de contas, as ideias têm consequências.

Se, no Padre Brown, temos um detetive que lança mão do que o confessionário lhe ensinou, por anos a fio, sobre o que há de mais sórdido na natureza humana, em Gabriel Gale temos um investigador espiritual mais à la o próprio Chesterton; intuitivo, com a cabeça literalmente nas nuvens, por isso mesmo enxerga em detalhes aparentemente aleatórios e insignificantes as chaves insuspeitas de mistérios os mais diversos: numa cor; numa silhueta rabiscada na areia da praia; num pássaro amarelo jaz entranhada a verdade das coisas… Exuberante, espirituoso, não raro sombrio e grotesco, “O Poeta e os Lunáticos” foi escrito para chacoalhar, à força do exagero (a definição mesma da arte, diria Chesterton), a poeira e as teias de aranhas que as modernidades todas fizeram assentar sobre a nossa imaginação, o órgão primeiro da inteligência. Se, como diz C. S. Lewis, o que o educador moderno tem de fazer é irrigar desertos, eis aqui água, das melhores que já houve, carregada num barril risonho de 140 quilos.

Ficha Técnica:
Número de Páginas: 256
Editora: Edições Hugo de São Vítor
Idioma: Português
ISBN: 9788549300096
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
Autor: G. K. Chesterton
Tradutor: Raul Martins Lima


Detalhes

Referência: POEVEN2017